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		<title>Passos Contados &#8211; Relatos de Viajantes, Escritores e Poetas entre Cacela e Vila Real de Santo António</title>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 09:58:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Passear</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com o arquiteto paisagista José Carlos Barros e outros convidados no dia 19 Maio (Domingo)
Ponto de encontro: 9.30 em Cacela Velha
Tomar as palavras escritas como um ponto de partida para olhar a Paisagem e procurar reinventá-la dando-lhe a dimensão temporal: dos poemas de Ibn Darraj sobre «os castelos da açucena», até às «hortas e campos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o arquiteto paisagista José Carlos Barros e outros convidados no dia 19 Maio (Domingo)</p>
<p>Ponto de encontro: 9.30 em Cacela Velha<span id="more-10127"></span><a href="http://passear.com/wp-content/uploads/2013/05/VRSA.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10125" title="VRSA" src="http://passear.com/wp-content/uploads/2013/05/VRSA.jpg" alt="" width="650" height="650" /></a></p>
<p>Tomar as palavras escritas como um ponto de partida para olhar a Paisagem e procurar reinventá-la dando-lhe a dimensão temporal: dos poemas de Ibn Darraj sobre «os castelos da açucena», até às «hortas e campos de figueiras» que ficaram suspensos no olhar de al-Idrisi por inícios do século XII; da perplexidade de viajantes ingleses que descobriram uma Vila acabada de construir, até à Praça das Andorinhas de Vicente Campinas e às reflexões de Brito Camacho sobre o turismo balnear ou o património iluminista de Vila Real de Santo António.</p>
<p>Eis a proposta destes Passos Contados: olhar a Paisagem a partir das palavras de poetas ou viajantes, de escritores ou historiadores – ou, mesmo, do Marquês de Pombal, recuperando a memória, no segundo quartel do século XVIII, dos «muitos incêndios que tem ocasionado as cabanas de piteiras, de canas e de juncos» na praia de Monte Gordo.</p>
<p>Passos Contados&#8230; porque os caminhos, os lugares, as pessoas contam estórias. A Câmara Municipal de Vila Real de Santo António propõe este ano novas experiências de interpretação e descodificação das paisagens culturais e naturais do sotavento algarvio. Nesta sétima edição iremos descobrir as plantas e os seus antigos usos na medicina e alimentação (Abril); ouvir relatos de viajantes, escritores e poetas sobre Cacela e Vila Real de Santo António (Maio); revisitar elementos de um Algarve antigo, entre o sagrado e o profano (Junho); descobrir antigas tradições alimentares no Algarve rural (Julho); escutar, interpretar e reproduzir os sons nocturnos da natureza (Agosto); conhecer os saberes ligados à cal e seus usos na arquitectura vernácula (Setembro); terminaremos seguindo as rotas do arqueólogo Estácio da Veiga em Cacela (Outubro).</p>
<p>Informações</p>
<p>Os percursos realizam-se aos Sábados e Domingos, entre Abril e Outubro.</p>
<p>Pontos de encontro no CIIPC (antiga escola primária) em Santa Rita, na cisterna de Cacela Velha, ou em Vila Real de Santo António na Praça Marquês de Pombal, consoante o percurso.</p>
<p>Para os passeios diurnos deverá trazer merenda, cantil com água, calçado confortável, roupa leve, chapéu e protector solar. Para os percursos nocturnos deverá trazer roupa quente, calçado confortável e lanterna.</p>
<p>A organização reserva-se o direito de anular a realização de percursos caso se verifiquem condições climatéricas adversas.</p>
<p>Inscrições</p>
<p>Centro de Investigação e Informação do Património de Cacela</p>
<p>Antiga Escola Primária de Santa Rita</p>
<p>Tel./ Fax: 281 952600 | ciipcacela@gmail.com | http://ciipcacela.wordpress.com</p>
<p>As participações são limitadas. Inscreva-se com antecedência, deixando o seu nome e contacto.</p>
<p>Valor de inscrição – 3€</p>
<p>Organização</p>
<p>Câmara Municipal de Vila Real de Santo António</p>
<p>Centro de Investigação e Informação do Património de Cacela</p>
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		<title>Recriação Histórica da Invasão Francesa a Valença</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 13:49:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Passear</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Medieval]]></category>
		<category><![CDATA[Valença]]></category>

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		<description><![CDATA[A Fortaleza de Valença vai reviver um dos seus momentos históricos com a recriação das invasões francesas, sábado, 18 de maio, às 21h30, com a participação de uma centena de figurantes.
Uma visita guiada original, orientada pelo povo valenciano de 1809, com lanternas, percorrerá os momentos e os espaços que marcaram a invasão francesa da Fortaleza.
O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Fortaleza de Valença vai reviver um dos seus momentos históricos com a recriação das invasões francesas, sábado, 18 de maio, às 21h30, com a participação de uma centena de figurantes.<span id="more-10109"></span></p>
<p><a href="http://passear.com/wp-content/uploads/2013/05/Valencafranceses.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-10108" title="Valencafranceses" src="http://passear.com/wp-content/uploads/2013/05/Valencafranceses-300x428.jpg" alt="" width="300" height="428" /></a>Uma visita guiada original, orientada pelo povo valenciano de 1809, com lanternas, percorrerá os momentos e os espaços que marcaram a invasão francesa da Fortaleza.</p>
<p>O percurso começa, às 21h30, nas Portas do Sol e incluirá a recriação dos assédios à Praça, a partir de Tui, o cerco (9 de Abril de 1809) e a capitulação (10 de Abril de 1809) e a saída do exército francês (17 de abril de 1809), com a destruição das Porta do Sol e respetiva cortina e da porta do revelim que a cobria (Portas de Santiago).</p>
<p>A visita percorrerá a história e as estórias dos antecedentes da invasão e os oito dias da ocupação, retratando as incursões nas freguesias do concelho para eliminar focos de resistência, as escaramuças, a pressão militar, a vida da Praça ocupada, com os assaltos à Câmara Municipal e às igrejas, com o roubo de ouro, prata, relíquias e viveres e a defesa inteligente do Governador da Praça de Valença, Custódio César de Faria. Ao longo do percurso os pormenores mais curiosos da vida e vivências da Praça, nessa época, serão retratados pelos guias da visita. Está programada a recriação histórica do assalto à Câmara Municipal pelas tropas francesas.</p>
<p>A recriação histórica contará com mais de uma centena de figurantes que retratarão o exército francês, os soldados portuguesas da Praça, o povo, o clero e a administração. A recriação estará a cargo dos participantes na “Operação Forte”, funcionários municipais e elementos do Rancho Infantil de Friestas e do Grupo “Camponeses Minhotos” de Cerdal, bem como populares que se quiseram associar a este evento.</p>
<p>Para o Presidente da Câmara, Jorge Salgueiro Mendes, “Estas visitas guiadas temáticas são uma oportunidade única para sentir de perto a secular história desta joia patrimonial que é a Fortaleza de Valença”</p>
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		<title>Livro “Mãos que criam” é homenagem a todos os oleiros</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 13:42:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Passear</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alentejo]]></category>
		<category><![CDATA[Olaria]]></category>
		<category><![CDATA[S. Pedro do Corval]]></category>

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		<description><![CDATA[A FIOBAR (Festa Ibérica da Olaria e do Barro) que decorre em S. Pedro do Corval de 16 a 19 de maio é, este ano, palco do lançamento do livro “Mãos que criam”, de Antónia Fialho Conde, Professora Auxiliar do Departamento de História da Universidade de Évora.
O livro faz parte da coleção “Município de Reguengos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A FIOBAR (Festa Ibérica da Olaria e do Barro) que decorre em S. Pedro do Corval de 16 a 19 de maio é, este ano, palco do lançamento do livro “Mãos que criam”, de Antónia Fialho Conde, Professora Auxiliar do Departamento de História da Universidade de Évora.<span id="more-10100"></span><a href="http://passear.com/wp-content/uploads/2013/05/Centro-Oleiro-de-S.-Pedro-do-Corval-5.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10101" title="Centro Oleiro de S. Pedro do Corval (5)" src="http://passear.com/wp-content/uploads/2013/05/Centro-Oleiro-de-S.-Pedro-do-Corval-5.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></p>
<p>O livro faz parte da coleção “Município de Reguengos de Monsaraz – A nossa história” e é uma homenagem a todos os oleiros que contribuíram para o desenvolvimento económico e cultural desta atividade ancestral e para a sua projeção nacional e internacional.</p>
<p><a href="http://passear.com/wp-content/uploads/2013/05/Capa_Livro_Mãos-que-criam.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-10102" title="Capa_Livro_Mãos que criam" src="http://passear.com/wp-content/uploads/2013/05/Capa_Livro_Mãos-que-criam-300x223.jpg" alt="" width="300" height="223" /></a>O livro revisita a história da olaria de S. Pedro do Corval e todas as competências do mestre oleiro. A autora dá a conhecer as condições naturais de que o município goza e que permitiram que este se afirmasse como centro de olaria por excelência, dando continuidade a tradições ancestrais.</p>
<p>“Mãos que criam” chama a atenção para os desafios que o século XXI lança à olaria, numa era em que os plásticos invadiram o nosso quotidiano. A inexistência de aprendizes e a diminuição do recurso às rodas tradicionais e fornos a lenha são problemáticas que devem ser equacionadas. Os oleiros tiveram que se modernizar: surgiram novas peças, novas formas, cores e outras funcionalidades, em peças maioritariamente decorativas. O lançamento do primeiro catálogo de olaria de S. Pedro de Corval e Salvatierra de los Barros é um marco evidente de mudança estratégica.</p>
<p><a href="http://passear.com/wp-content/uploads/2013/05/Centro-Oleiro-de-S.-Pedro-do-Corval-12.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10103" title="Centro Oleiro de S. Pedro do Corval (12)" src="http://passear.com/wp-content/uploads/2013/05/Centro-Oleiro-de-S.-Pedro-do-Corval-12.jpg" alt="" width="600" height="450" /></a>José Calixto, presidente da Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz, explica “a obra Mãos que criam referencia a importância do artesanato como meio de excelência para o desenvolvimento da nossa sociedade. A olaria é a nossa memória, o nosso património, a nossa história. Este livro é uma demonstração clara do reconhecimento que a olaria e os seus mestres oleiros alcançaram aquém e além-fronteiras”.</p>
<p><strong>Sobre a FIOBAR</strong></p>
<p>A 19ª edição da FIOBAR – Festa Ibérica da Olaria e do Barro – uma organização conjunta do Município de Reguengos de Monsaraz, Junta de Freguesia de Corval e Ayuntamiento de Salvatierra de los Barros com o apoio do IEFP, e decorre este ano em S. Pedro do Corval entre os dias 16 e 19 de maio.</p>
<p><a href="http://passear.com/wp-content/uploads/2013/05/Centro-Oleiro-de-S.-Pedro-do-Corval-3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10104" title="Centro Oleiro de S. Pedro do Corval (3)" src="http://passear.com/wp-content/uploads/2013/05/Centro-Oleiro-de-S.-Pedro-do-Corval-3.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a>A Festa Ibérica da Olaria e do Barro é um evento transfronteiriço de promoção cultural e turística de uma importante manifestação artística e artesanal: a olaria. Organizada em anos alternados em cada município, com esta iniciativa pretende-se valorizar a olaria, chamar a atenção para o seu valor artesanal e artístico e apontar estratégias para o seu desenvolvimento económico e profissional.</p>
<p>Evento com dimensão ibérica reúne o maior centro oleiro de Portugal (S. Pedro do Corval) e Espanha (Salvatierra de los Barros) através das exposições, demonstrações, jornadas ibéricas e música tradicional. Os visitantes terão oportunidade de conhecer as olarias e experimentar a arte de moldar e pintar o barro, mas também apreciar a oferta gastronómica e cultural da região.</p>
<p><strong>Sobre a autora</strong></p>
<p>Antónia Fialho Conde é Professora Auxiliar do Departamento de História da Universidade de Coimbra e membro integrado do CIDEHUS (Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades da Universidade de Évora) e investigadora do Laboratório HERCULES (Herança Cultural, Estudos e Salvaguarda – Universidade de Évora)</p>
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		<title>De Óbidos a Torres Vedras, com os &#8220;Novos Trilhos&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 08:25:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Passear</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já várias vezes salientei, nestas minhas &#8220;fragas&#8221;, o papel que as redes sociais  têm tido,  particularmente nos últimos dois anos, na minha contínua descoberta de novos trilhos, de novos instantâneos de ar livre.
É o tal estranho cruzamento de uma catarse purificadora com a tecnologia do século XXI, a que me referia no que escrevi numa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já várias vezes salientei, nestas minhas &#8220;fragas&#8221;, o papel que as redes sociais  têm tido,  particularmente nos últimos dois anos, na minha contínua descoberta de novos trilhos, de novos instantâneos de ar livre.<span id="more-10096"></span><a href="http://passear.com/wp-content/uploads/2013/05/07.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10097" title="07" src="http://passear.com/wp-content/uploads/2013/05/07.jpg" alt="" width="650" height="366" /></a></p>
<p>É o tal estranho cruzamento de uma catarse purificadora com a tecnologia do século XXI, a que me referia no que escrevi numa noite de Maio de 2011, completamente sozinho e &#8220;perdido&#8221; em pleno trilho da Cumeada, nas terras mágicas do Gerês.</p>
<p>Ler o artigo em <a href="http://issuu.com/editora_lobodomar/docs/passear24vg">http://issuu.com/editora_lobodomar/docs/passear24vg</a></p>
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		<title>Caminho Português Interior de Santiago</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 08:21:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Passear</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após um interregno de dois anos, eis-me novamente a caminho de Santiago de Compostela. 
Desta vez, a partir de Coimbra, onde realizei um pequeno prólogo, com início na Igreja de São Tiago, na Praça do Comércio, na companhia do José Aguiar e do Joaquim.
Texto e fotografia: António José Soares / http://coimbrasantiago.blogspot.pt
Ler o artigo em http://issuu.com/editora_lobodomar/docs/passear24vg
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após um interregno de dois anos, eis-me novamente a caminho de Santiago de Compostela.<span id="more-10092"></span> <a href="http://passear.com/wp-content/uploads/2013/05/01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10093" title="01" src="http://passear.com/wp-content/uploads/2013/05/01.jpg" alt="" width="700" height="525" /></a></p>
<p>Desta vez, a partir de Coimbra, onde realizei um pequeno prólogo, com início na Igreja de São Tiago, na Praça do Comércio, na companhia do José Aguiar e do Joaquim.</p>
<p>Texto e fotografia: António José Soares / <a href="http://coimbrasantiago.blogspot.pt/">http://coimbrasantiago.blogspot.pt</a></p>
<p>Ler o artigo em <a href="http://issuu.com/editora_lobodomar/docs/passear24vg">http://issuu.com/editora_lobodomar/docs/passear24vg</a></p>
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		<title>Piódão &#8211; Foz d´Égua &#8211; Piódão</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 08:18:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Passear</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Algures na serra do Açor, entre curvas e contracurvas, encontra-se a magnífica aldeia do Piódão, uma das mais belas aldeias de Portugal.
Tendo sido classificada como imóvel de interesse público a partir de 1978, beneficiando assim de alguma proteção. Mas só a partir da sua integração no projeto das Aldeias Históricas de Portugal, o Piódão viu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Algures na serra do Açor, entre curvas e contracurvas, encontra-se a magnífica aldeia do Piódão, uma das mais belas aldeias de Portugal.<span id="more-10089"></span><a href="http://passear.com/wp-content/uploads/2013/05/Abertura.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-10090" title="Abertura" src="http://passear.com/wp-content/uploads/2013/05/Abertura.jpg" alt="" width="700" height="525" /></a></p>
<p>Tendo sido classificada como imóvel de interesse público a partir de 1978, beneficiando assim de alguma proteção. Mas só a partir da sua integração no projeto das Aldeias Históricas de Portugal, o Piódão viu o seu conjunto urbanístico salva guardado. Ou seja, no âmbito desse programa todas as casas em cimento e telhados de telha foram convertidas em paredes de xisto e telhados de lousa, valorizando assim a riqueza arquitetónica do Piódão.</p>
<p>Leia o artigo em <a href="http://issuu.com/editora_lobodomar/docs/passear24vg">http://issuu.com/editora_lobodomar/docs/passear24vg</a></p>
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		<title>19 de Maio &#8211; Caminhada de Inauguração da Ecopista do Tâmega</title>
		<link>http://passear.com/2013/05/19-de-maio-caminhada-de-inauguracao-da-ecopista-do-tamega/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 08:09:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Passear</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[A saudosa linha de caminho-de-ferro do Tâmega, no troço que atravessa o concelho de Celorico de Basto, foi totalmente convertida numa Ecopista. Um novo equipamento público restaurado, requalificado e reunificado pelo Município está agora ao dispor de todos.
Programa
Coordenadas N41°23&#8242;3.01&#8221; W7°59&#8242;59.82&#8243;
15:00 &#8211; Concentração na estação de Celorico
15:30 &#8211; Inauguração protocolar da Ecopista
16:00 &#8211; Início da caminhada
17:30 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A saudosa linha de caminho-de-ferro do Tâmega, no troço que atravessa o concelho de Celorico de Basto, foi totalmente convertida numa Ecopista. Um novo equipamento público restaurado, requalificado e reunificado pelo Município está agora ao dispor de todos.</p>
<p>Programa</p>
<p>Coordenadas N41°23&#8242;3.01&#8221; W7°59&#8242;59.82&#8243;</p>
<p>15:00 &#8211; Concentração na estação de Celorico</p>
<p>15:30 &#8211; Inauguração protocolar da Ecopista</p>
<p>16:00 &#8211; Início da caminhada</p>
<p>17:30 &#8211; Fim da caminhada na estação de Mondim</p>
<p>- Regresso de autocarro</p>
<p>18:00 &#8211; Chegada a Celorico e fim da atividade</p>
<p>Ficha Técnica:</p>
<p>Percurso: Estação Celorico &#8211; Estação de Mondim</p>
<p>Distância: 7 Km</p>
<p>Dificuldade: fácil</p>
<p>Atividade Gratuita, sem inscrições</p>
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		<title>19 de Maio &#8211; Primavera nos Campos Saloios</title>
		<link>http://passear.com/2013/05/19-de-maio-primavera-nos-campos-saloios/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 08:08:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Passear</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sintra
A Primavera trás renovados encantos aos campos que circundam a serra de Sintra: a verdadeira região saloia. É a época ideal para percorrer estes trilhos e desfrutar das paisagens, aromas e cores que o manto multicolor nos proporciona. Um deleite para os sentidos!
Organização: Inventura
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Sintra</p>
<p>A Primavera trás renovados encantos aos campos que circundam a serra de Sintra: a verdadeira região saloia. É a época ideal para percorrer estes trilhos e desfrutar das paisagens, aromas e cores que o manto multicolor nos proporciona. Um deleite para os sentidos!</p>
<p>Organização: Inventura</p>
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		<title>19 de Maio &#8211; Passeio pedestre com Pic Nic</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 08:07:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Passear</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Arrábida &#8211; Fojo e Parque Ambiental do Alambre
Venha passear connosco em plena Serra da Arrábida, desfrutando das mais belas paisagens e do contacto com a natureza e um
Piquenique Vegetariano no Parque Ambiental do Alambre “made” by Yuchi Vegetariano inscreva se já http://alambre.ymcasetubal.org/1262-2/
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Arrábida &#8211; Fojo e Parque Ambiental do Alambre</p>
<p>Venha passear connosco em plena Serra da Arrábida, desfrutando das mais belas paisagens e do contacto com a natureza e um</p>
<p>Piquenique Vegetariano no Parque Ambiental do Alambre “made” by Yuchi Vegetariano inscreva se já <a href="http://alambre.ymcasetubal.org/1262-2/">http://alambre.ymcasetubal.org/1262-2/</a></p>
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		<title>19 de Maio &#8211; Ação de voluntariado em prol da Mata Nacional do Buçaco</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 08:07:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Fundação Mata do Buçaco celebra a 19 de maio o seu 4º aniversário.
Para assinalar esta data, a Fundação Mata do Buçaco convida toda a sociedade civil a dirigir-se à Mata para mais uma grande ação de voluntariado. Esta realizar-se-á dia 19 de maio, domingo, das 09h30 até às 12h30. As inscrições e mais informações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Fundação Mata do Buçaco celebra a 19 de maio o seu 4º aniversário.</p>
<p>Para assinalar esta data, a Fundação Mata do Buçaco convida toda a sociedade civil a dirigir-se à Mata para mais uma grande ação de voluntariado. Esta realizar-se-á dia 19 de maio, domingo, das 09h30 até às 12h30. As inscrições e mais informações são realizadas através do 231 937 000 ou do atividades@fmb.pt. Aconselha-se a inscrição prévia e, no dia da ação, o uso de roupa e calçado confortável e luvas.</p>
<p>No início do ano, a 19 de janeiro, um ciclone de nome Gong, uma poderosa força da natureza, causou graves danos à Mata Nacional do Buçaco. Alguns desses danos ainda carecem de resolução, por um lado devido à magnitude e extensão dos estragos, por outro devido aos escassos recursos de que a Fundação Mata do Buçaco dispõe para fazer face ao que são as suas responsabilidades acrescidas, motivadas por mais este facto.</p>
<p>A Fundação Mata do Buçaco trabalha diariamente para devolver à Mata todo o seu natural esplendor, para que o visitante seja justamente maravilhado a cada visita.</p>
<p>Instituída com o objetivo de gerir de forma integrada o património florestal, histórico, cultural e religioso inserto na Mata Nacional do Buçaco, representando diferentes competências e sensibilidades, a Fundação tem enfrentando desafios cada vez mais prementes.</p>
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