Localização: Lisboa e Vale do Tejo, PORTUGAL,

Dificuldade: Normal

Situada no Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros a povoação de Mendiga é a base da nossa caminhada pela Serra de Aire. Uma rota circular com cerca de 13 km de extensão.

Ficha do Percurso

Local: Mendiga / Serra de Aire

Tipo: Circular

Extensão: 13,1 km

Sinalizado: Não

Grau de dificuldade: Fácil

Texto e fotografia: Lobo do Mar

O lançamento do filme promocional de Porto de Mós e uma visita, aos principais pontos de interesse da região, organizados pela autarquia de Porto de Mós foram os motivos que nos levaram a visitar esta região de Portugal tão especial. Na sequência destas atividades decidimos ir fazer uma caminhada pela Serra de Aire com partida e chegada na povoação de Mendiga onde fica situada o Retiro da Avó Lídia (ver Onde Dormir), o nosso local de pernoita.

Após um pequeno-almoço muito bem servido e repleto de produtos tradicionais da região fizémo-nos à estrada num típico dia de Outono cheio de sol mas com uma temperatura relativamente baixa (condições ideias para uma caminhada).

O percurso desenvolve-se ao longo de estradas florestais e caminhos de terra batida onde a paisagem tem um papel de grande relevância. Por vezes parece que estamos a caminhar num cenário “lunar” devido ao excesso de pedra e à ausência de árvores! Ao nível da dificuldade o percurso é fácil com subidas e descidas suaves e com bom piso.

Ao nível de apoio e no que diz respeito à alimentação temos um restaurante de estrada – O Gigas na Marinha da Mendiga – que serve muito bem e a preços razoáveis. O casal de proprietários é muito simpático e possui muita informação sobre a região.

A qualidade do passeio e da sua paisagem leva-nos a querer conhecer melhor a região. O Parque Natural possui uma série de percursos sinalizados, não sabemos em que estado estão, que o ajudarão a aprofundar o conhecimento sobre as Serras de Aire e Candeeiros e os seus planaltos. Caso gostem de grutas sugerimos uma visita às Grutas de Mira d’Aire. Nós gostámos!

Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros

O PNSAC goza de características únicas e singulares que o diferenciam de qualquer outra região do país.

Do ponto de vista morfológico, podem distinguir-se no Maciço Calcário Estremenho do PNSAC, três subunidades – a Serra dos Candeeiros a Oeste, o Planalto de Santo António ao Centro e Sul e o Planalto de S. Mamede e a Serra de Aire, a Norte e Este prospectivamente. A separar estas subunidades encontram-se três depressões originadas por grandes fracturas, prospectivamente a depressão da Mendiga, o Polje de Mira-Minde e a depressão de Alvados.

Apesar da ausência de cursos de água de superfície nesta região, eles existem em abundância no subsolo, constituindo um dos maiores reservatórios de água doce subterrânea do nosso país, que se estende entre Rio Maior e Leiria.

A ação das águas, como agente físico-químico modelador dos calcários, originou uma paisagem marcada por formas de relevo características, como escarpas e afloramentos rochosos que lhe conferem um traço vigoroso. De entre essas formas destacam-se, ainda, os campos de lapiaz e as dolinas.

A nível subterrâneo sobressaem os algares – aberturas naturais verticais, em alguns casos com dezenas de metros, e que por vezes se desenvolvem em profundidade por sistemas de galerias, salas e poços que, no seu conjunto, formam aquilo a que chamamos grutas.

O clima da área do PNSAC caracteriza-se por estabelecer a transição entre as condições mediterrâneas e atlânticas, sendo por isso, húmido, de temperaturas médias e com grande deficiência de água no verão.

O coberto vegetal do PNSAC destaca-se pela predominância de determinados tipos de árvores tais como o carvalho cerquinho – espécie que só se encontra na Península Ibérica e Norte de África – o carvalho negral e pequenas zonas de azinheiras, de sobreiros, de ulmeiros e de castanheiros.

Essencialmente pela ação do Homem, a floresta foi sendo destruída, dando origem ao aparecimento de outro tipo de vegetação espontânea tais como o carrasco e o alecrim.

Das plantas autóctones características destacam-se as plantas aromáticas, medicinais e melíferas (usadas para a criação do mel), repartidas por algumas dezenas de espécies. A oliveira marca a presença cisterciense e domina a vegetação não espontânea.

A existência de um grande número de habitats permite a existência de uma riqueza faunística que se divide entre aves, mamíferos, répteis e anfíbios.

As aves são o grupo com maior número de representantes nesta área protegida, sendo conhecidas mais de cem espécies que aqui permanecem, tais como o bufo-real ou a gralha-de-bico-vermelho, com uma importância relevante ao nível da preservação, inclusivamente no contexto nacional.

O meio subterrâneo tem, neste parque natural, grande significado. Nas suas numerosas grutas abrigam-se uma infinidade de seres vivos, onde se destacam cerca de dez espécies de morcegos cavernícolas. Fonte: PNSAC.

Percursos PNSAC

Se quiser aprofundar o cenário do Parque Natural tem uma série de percursos pedestres (17) que lhe ajudaram a conhecer este magnífico local de Portugal.

PR1 (ACB) – Vale de Ventos

Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros (PNSAC). Percurso pedestre de Pequena Rota (PR), no concelho de Alcobaça. PR1 (ACB) – Vale de Ventos. Enquadramento – serra dos Candeeiros, próximo da povoação de Casal de Vale de Ventos, com possibilidade de observação da costa litoral, em dias límpidos. Breve descrição. Pontos de interesse. Mapa.

Acesso: E.N.1, E.N.362 Porto de Mós-Alcanede, pela Mendiga e E.M. Rio Maior-Porto de Mós, passando por Alcobertas, Casais Monizes, Casal de Vale de Ventos, Bezerra, Portela de Vale Espinho, Porto de Mós.

Ponto de partida e de chegada: Casas de Vale de Ventos (antigas casas florestais).

Extensão: 2,5 Km.

Duração: 1h:30min.

Dificuldade: baixa.

PR1 (ACN) – Olhos de Água do Alviela

Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros (PNSAC). Percurso pedestre de Pequena Rota (PR) no concelho de Alcanena. PR1 (ACN) – Olhos de Água do Alviela. Enquadramento: sul do planalto de Santo António. Breve descrição. Pontos de interesse. Mapa.

Acesso: estrada que liga Alcanena a Amiais de Baixo (acesso da A1 na saída de Torres Novas).

Ponto de partida e de chegada: Olhos d´Água do Alviela, junto ao edifício da EPAL.

Extensão: 2 km.

Duração: 1 h.

Dificuldade: baixa.

Apoios: parque de campismo dos Olhos d´Água do Alviela, restaurante, café e Centro de Interpretação dos Olhos d’Água do Alviela.

PR1 (VNO) – Bairro / Casal Farto

Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros (PNSAC). Percurso pedestre de Pequena Rota (PR), no concelho de Ourém. PR1 (VNO) – Bairro / Casal Farto. Enquadramento – a norte da serra de Aire, envolvendo parte da povoação do Bairro e transbordando os limites do PNSAC para Vale de Cavalos e Casal Farto. Breve descrição. Pontos de interesse. Mapa.

Acesso: sair na A1 em Fátima, seguir pela EN 360 Fátima-Minde até ao cruzamento para Torres Novas e aí virar à esquerda e seguir até ao Bairro.

Ponto de partida e de chegada: Monumento Natural das Pegadas de Dinossáurios da Serra de Aire (Bairro).

Extensão: 10 Km.

Duração: 5 h.

Dificuldade: média.

Apoios: Monumento Natural das Pegadas de Dinossáurios da Serra de Aire, restaurantes e cafés (Bairro), parque de merendas da Lagoa (Bairro).

PR1 (PMS) – Serra da Lua

Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros (PNSAC). Percurso pedestre de Pequena Rota PR1 (PMS) – serra da Lua, no concelho de Porto de Mós. Enquadramento – serra dos Candeeiros, desenvolvendo-se para nascente, próximo da povoação do Arrimal, ao longo da serra da Lua. Breve descrição. Pontos de interesse. Mapa.

Acesso: E.N.1 por Vale de Ventos, E.N.362 – Porto de Mós-Alcanede, pela Mendiga e E.M. Rio Maior-Porto de Mós, passando por Alcobertas, Casais Monizes, Casal de Vale de Ventos, Arrimal.

Ponto de partida e de chegada: parque de campismo rural do Arrimal.

Extensão: 6 Km.

Duração: 3 h.

Dificuldade: baixa.

Apoios: parque de campismo rural, cafés, restaurantes, telefone, minimercado e posto médico (Arrimal).

PR2 (PMS) – Arco da Memória

Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros (PNSAC). Percurso pedestre de Pequena Rota PR2 (PMS) – Arco da Memória, no concelho de Porto de Mós. Enquadramento – serra dos Candeeiros, desenvolvendo-se para poente da povoação do Arrimal. Breve descrição. Pontos de interesse. Mapa.

Acesso: E.N.1 por Vale de Ventos, E.N. 362 Porto de Mós-Alcanede, pela Mendiga e E.M. Rio Maior-Porto de Mós, passando por Alcobertas, Casais Monizes, Casal de Vale de Ventos, Arrimal.

Ponto de partida e de chegada: Parque de Campismo Rural, do Arrimal.

Extensão: 7 km.

Duração: 3 h.

Dificuldade: baixa.

Apoios: Parque de Campismo Rural, cafés, restaurantes, telefone, minimercado (Arrimal) e posto médico.

PR3 (PMS) – lapa dos Pocilgões

Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros (PNSAC). Percurso pedestre de Pequena Rota PR3 (PMS) – lapa dos Pocilgões, no concelho de Porto de Mós. Enquadramento: planalto de Santo António. Breve descrição. Pontos de interesse. Mapa.

Acesso: estrada que liga Amiais de Cima a Porto de Mós, passando por S. Bento e Serro Ventoso, direção do Cabeço das Pombas.

Ponto de partida e chegada: Cabeço das Pombas (junto ao café).

Extensão: 3 Km.

Duração: 1 h:30 min.

Dificuldade: baixa.

Apoios: café (Cabeço das Pombas).

PR4 (PMS) – Rota de S. Bento

Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros (PNSAC). Percurso pedestre de Pequena Rota PR4 (PMS) – Rota de S. Bento, no concelho de Porto de Mós. Enquadramento – planalto de Santo António e serra de S. Bento. Breve descrição. Pontos de interesse. Mapa.

Acesso: estrada que liga Amiais de Cima a Porto de Mós, passando por S. Bento e Serro Ventoso.

Ponto de partida: cerca de 800 m para oeste, a partir do café em Cabeço das Pombas.

Ponto de chegada: cruzamento com a estrada de Amiais de Cima / Serro Ventoso, a norte do Casal de Santo António (antiga Azelha).

Extensão: 18 Km.

Duração: 7 h.

Dificuldade: elevada.

Apoios: café e telefone em Cabeço das Pombas.

PR5 (PMS) – Castelejo

Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros (PNSAC). Percurso pedestre de Pequena Rota PR5 (PMS) – Castelejo, no concelho de Porto de Mós. Enquadramento – planalto de Santo António, abrangendo três formas geomorfológicas notavam, a depressão de Alvados, o Castelejo e a Fórnea. Breve descrição. Pontos de interesse. Mapa.

Acesso: estrada que liga Porto de Mós a Mira de Aire.

Ponto de partida e chegada: Pólo de Animação – Centro de Atividades de Ar Livre de Alvados.

Extensão: 15 Km.

Duração: 7 h.

Dificuldade: média.

Apoios: Centro de Atividades de Ar Livre, café, loja de artesanato, parque de merendas e restaurante (Alvados).

PR6 (PMS) – Fórnea

Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros (PNSAC). Percurso pedestre de Pequena Rota PR6 (PMS) – Fórnea, no concelho de Porto de Mós. Enquadramento – planalto de Sto. António, abrangendo 3 formas geomorfológicas notava, a depressão de Alvados, o Castelejo e a Fórnea.

Acesso: estrada que liga Porto de Mós a Alvados.

Ponto de partida e chegada: junto ao Café da Bica (Alcaria).

Extensão: 2 Km.

Duração: 1 h.

Dificuldade: média.

Apoios: café em Alcaria.

PR7 (PMS) – Corredoura

Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros (PNSAC). Percurso pedestre de Pequena Rota PR7 (PMS) – Corredoura, no concelho de Porto de Mós. Enquadramento – a norte da serra dos Candeeiros, desenvolve-se ao longo de uma antiga linha de caminho-de-ferro. Breve descrição. Pontos de interesse. Mapa.

Acesso: principais acessos a E.N.1 e a E.N. 362 – Porto de Mós – Alcanede, por Porto de Mós.

Ponto de partida e chegada: campo de futebol da Bezerra.

Extensão: 12 Km.

Duração: 6 h.

Dificuldade: média.

Apoios: parque de merendas da Corredoura.

PR8 (PMS) – Serra Galega

Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros (PNSAC). Percurso pedestre de Pequena Rota PR8 (PMS) – Serra Galega, no concelho de Porto de Mós. Enquadramento – planalto de São Mamede. Breve descrição. Pontos de interesse. Mapa.

Acesso: estrada de Porto de Mós a Alqueidão da Serra.

Ponto de partida e chegada: parque de merendas da Valicova.

Extensão: 10 km.

Duração: 6 h.

Dificuldade: média.

Apoios: café/mercearia em Casais dos Vales.

PR9 (PMS) – Estrada Romana

Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros (PNSAC). Percurso pedestre de Pequena Rota PR9 (PMS) – Estrada Romana, no concelho de Porto de Mós. Enquadramento – planalto de São Mamede, por entre “Cabeços” e “Covões”. Breve descrição. Pontos de interesse. Mapa.

Acesso: estrada municipal de Porto de Mós a Alqueidão da Serra.

Ponto de partida e chegada: estrada romana de Alqueidão da Serra (parque de merendas).

Extensão: 9 km.

Duração: 5 h.

Dificuldade: média.

Apoios: Pólo de Animação da Estrada Romana, parque de merendas, café e restaurante (Alqueidão da Serra).

PR1 (RMR) – Marinhas de Sal

Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros (PNSAC). Percurso pedestre de Pequena Rota PR1 (RMR) – Marinhas de Sal, no concelho de Rio Maior. Enquadramento – vale tifónico da Fonte da Bica, no extremo sul da serra dos Candeeiros, a cerca de 3 km de Rio Maior. Breve descrição. Pontos de interesse. Mapa.

Acesso: pela E.N.1, vindo de norte, saída à direita para Alto da Serra e à esquerda para Marinhas de Sal; pela E.N.1, vindo de sul, seguir direção de Rio Maior, salinas.

Ponto de partida e chegada: marinhas de sal de Rio Maior.

Extensão: 3 km.

Duração: 1 h:30 min.

Dificuldade: baixa.

Apoios: posto de turismo, bares, restaurantes e artesanato (marinhas de sal).

PR2 (RMR) – Chãos / Alcobertas

Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros (PNSAC). Percurso pedestre de Pequena Rota PR2 (RMR) – Chãos / Alcobertas, no concelho de Rio Maior. Enquadramento – a sul da serra dos Candeeiros, na vertente nascente. 2 Opções de percurso. Breve descrição. Pontos de interesse. Mapa.

Acesso: estrada municipal Rio Maior – Fonte da Bica – Teira – Chãos – Alcobertas – Casais Monizes (segue para Arrimal, etc., em direção a Porto de Mós).

Ponto de partida e chegada: Centro de Artes e Ofícios – Centro de Tecelagem Artesanal (Chãos).

Extensão: 16 km (percurso longo).

Duração: 7 h.

Dificuldade: média.

Apoios: Centro Cultural de Chãos (wc, bar, restaurante e alojamento), Centro de Tecelagem Artesanal, café, restaurante, parque de merendas (Chãos, Alcobertas e Portela das Salgueiras).

PR4 (RMR) – de Chãos à Gruta

Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros (PNSAC). Percurso pedestre de Pequena Rota PR4 (RMR) – de Chãos à Gruta, no concelho de Rio Maior. Enquadramento – a sul da serra dos Candeeiros, na vertente nascente. Breve descrição. Pontos de interesse. Mapa.

Acesso: estrada municipal Rio Maior – Fonte da Bica – Teira – Chãos – Alcobertas – Casais Monizes (segue para Arrimal, etc., em direção a Porto de Mós).

Ponto de partida e chegada: Centro Cultural de Chãos.

Extensão: 4,5 km.

Duração: 1 h:30 min (3 h com visita à gruta).

Dificuldade: média.

Apoios: Centro Cultural de Chãos (wc, bar, restaurante e alojamento); parque de merendas e Centro de Artes e Ofícios (pode assistir à criação de peças de tecelagem em tear tradicional e adquirir uma lembrança).

PR1 (STR) – Gruta – Algar do Pena

Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros (PNSAC). Percurso pedestre de Pequena Rota PR1 (STR) – Gruta – Algar do Pena, no concelho de Santarém. Enquadramento – bordo sul do planalto de Santo António, caracterizado por uma intensa atividade extrativa (pedreiras de calçada). Breve descrição. Pontos de interesse. Mapa.

Acesso: E.N. 361 (Rio Maior-Alcanena) virar à esquerda em Alcanede para as Barreirinhas ou, na mesma estrada, em Amiais de Cima virar à esquerda para Cortiçal/Vale Florido, até Vale da Trave e Barreirinhas, seguindo depois por estrada de terra batida devidamente sinalizada, até ao parque de estacionamento do CISGAP.

Ponto de partida e chegada: Centro de Interpretação Subterrâneo da Gruta – Algar do Pena (CISGAP).

Extensão: 9 km.

Duração: 3 h.

Dificuldade: baixa.

Apoios: Centro de Interpretação Subterrâneo da Gruta – Algar do Pena (CISGAP).

PR1 (TNV) – Grutas do Almonda

Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros (PNSAC). Percurso pedestre de Pequena Rota PR1 (TNV) – Grutas do Almonda, no concelho de Torres Novas. Enquadramento – ao longo do bordo nordeste da serra de Aire na proximidade do arrife. Breve descrição. Pontos de interesse. Mapa.

Acesso: estrada municipal entre Pedrógão e Vale da Serra

Ponto de partida: Centro de Interpretação Subterrâneo da Gruta do Almonda (CISGA).

Ponto de chegada: Monumento Natural das Pegadas de Dinossáurios da Serra de Aire.

Extensão: 10 km.

Duração: 5 h.

Dificuldade: baixa.

Apoios: Centro de Interpretação Subterrâneo da Gruta do Almonda, parques de merendas, Monumento Natural das Pegadas de Dinossáurios da Serra de Aire e café (Casal do João Dias).

Informações úteis

Ficha do Percurso

Local: Mendiga / Serra de Aire

Tipo: Circular

Extensão: 13,1 km

Sinalizado: Não

Grau de dificuldade: Fácil

Altitude máx.: 507 m

Descarregar o track de GPS: http://ridewithgps.com/routes/3696108/edit

Onde comer:

O Gigas – Café Restaurante

Morada: Rua da Liberdade nº 12 – Marinha da Mendiga

2480-212 Mendiga

Tel.: 244 450 170 | 966 028 632

E-mail: restaurante-gigas@clix.pt

Site: www.restaurante-gigas.com

Encerramento: Domingo (depois do almoço)

GPS: N 39º 30′ 56” W 8º 50′ 25”

Onde dormir:

Retiro da Avó Lídia – Turismo Rural (Casa de Campo)

Morada: Rua das Balseiras nº 19

2480-215 Mendiga

Tel.: 244 450 348

Telm: 933 711 640 | 938 444 602

E-mail: avolidia@yahoo.com

Site: www.avolidia.tk

Distância de Porto de Mós: 15 km

GPS: N 39º 30′ 6” W 8º 50′ 57”

Extensão de Saúde da Mendiga

Morada: Rua Principal Nº 58, 2480-215 Mendiga

Tel.: 244 450 180

E-mail: cspmos@srsleiria.min-saude.pt

Site: www.min-saude.pt

Horário: Segunda-feira das 14h00 às 18h00 | Terça-feira das 09h00 às 13h00 |

Quarta-feira das 09h00 às 14h00e das 15h00 às 17h00 | Quinta-feira das 09h00 às 12h00 |

Sexta-feira das 09h00 às 13h00

GNR de Porto de Mós

Morada: Rua Mestre de Aviz, 2480 Porto de Mós

Tel.: 244 480 080

Site: www.gnr.pt

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2 Comentários to “Em plena Serra de Aire uma paisagem diferente”

  1. Para dormir recomenda-se também, na aldeia de Alvados, os alojamentos Casa dos Matos http://www.casadosmatos.com e Cooking and Nature EmotionalHotel http://www.cookinghotel.com

  2. Óscar Pires diz:

    Gostaria apenas de corrigir o nome da publicação, considerando que Serra de Aire, é o nome dado a uma unidade geológica completamente diferenta da que foi percorrida neste percurso. A Serra de Aire, é a extrema Este do PNSAC, conforme está identificada no mapa do Parque publicado no texto. À região central, separada da Serra dos Candeeiros pela depressão da Mendiga e separada da Serra de Aire, pela depressão de Mira-Minde (Polje), dá-se o nome de Planalto de Santo António.

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